Mais uma tarde chuvosa na quase Veneza dos trópicos, olho o violão de lado, ele porém nada me diz. Contam-se as gotas caídas da janela entreaberta, ainda não olhei a reforma ortográfica, as palavras surgem em novo poema. Leio Quintana pra me distrair, papéis e papéis a me perseguir.O que seria da pobre existencia ocidental sem as futilidades do dia-a dia...olho para um pen drive onde toda minha poesia fica por aguardar publicação.
-Não!-eu grito, não vamos mais falar da minha vida.
Penso na viagem maravilhosa que passou
afinal, outro capitulo, o relatório virá. (quem sabe ele venha totalmente reformado?).
Um comentário:
bem!....tow entrando agora nessa viagem de poesias...
e gostei pra caralha!!!
é isso aí e mais em frente ,quando eu estiver mais por detro do assunto agente discute!
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