OGREN
me sinto no mais obscuro dos infinitos
desse universo acostumado a ter o fim como consequencia
e o começo como prefácio de uma historia
renascentista, abolicionista.
não estamos sós
estamos mesmo é no obscuro.
a luz se apaga,
nada se afaga no breu que mostra o infinito
ausência de cores,
quem sabe amores.
e a energia já não existe
então persiste o pensamento .
estamos a sós.