A essencia urbem está a flor da pele. Afinal o progresso, o mesmo progresso está a transformar Manaus em um canteiro de obras, vejo-nos daqui uns dias todos de EPI's, cuidado! Dia desses meu amigo quase entra no buraco.
É um bate estaca que não para, é a copa...aaahh é, a Copa! Esqueceram até da gripe, não me passaram mais o tal do alcool gel.
Acho que com esse calor infernal não tem ser vivo que aguente (não me acostumo com a falta que o trema faz), nem o virus da suina .
Você vê a harmonia das pessoas todas extressadas, mas pensem: esses transtornos são para melhorar a sua vida! Lembro-me agora de um texto do Froyd (é assim mesmo a ortografia? não importa) a tal questão do prazer adiado...
Voltando ,e eu voltando para casa a levar quatro horas no transito, olho uma batida no lado esquerdo do onibus, e desce todo mundo!
Todos os dias existem duas coisas que não se pode deixar de ver: um Onibus pregado e um motoqueiro no chão.Morreu? perguntam os transeuntes...
E eu, no meio disso tudo lembro de outros aniversários menos quentes e de um trecho do Fernando Pessoa
"no dia em que comemoravam os meus anos
eu era feliz
e ninguem estava morto"
Olho as ruas, o relógio, minha cara cheia de poeira, e por vezes penso O que que eu to fazendo aqui?, mas não tem jeito, já somos parte disso, ou não?
É um bate estaca que não para, é a copa...aaahh é, a Copa! Esqueceram até da gripe, não me passaram mais o tal do alcool gel.
Acho que com esse calor infernal não tem ser vivo que aguente (não me acostumo com a falta que o trema faz), nem o virus da suina .
Você vê a harmonia das pessoas todas extressadas, mas pensem: esses transtornos são para melhorar a sua vida! Lembro-me agora de um texto do Froyd (é assim mesmo a ortografia? não importa) a tal questão do prazer adiado...
Voltando ,e eu voltando para casa a levar quatro horas no transito, olho uma batida no lado esquerdo do onibus, e desce todo mundo!
Todos os dias existem duas coisas que não se pode deixar de ver: um Onibus pregado e um motoqueiro no chão.Morreu? perguntam os transeuntes...
E eu, no meio disso tudo lembro de outros aniversários menos quentes e de um trecho do Fernando Pessoa
"no dia em que comemoravam os meus anos
eu era feliz
e ninguem estava morto"
Olho as ruas, o relógio, minha cara cheia de poeira, e por vezes penso O que que eu to fazendo aqui?, mas não tem jeito, já somos parte disso, ou não?
ps. foto tirada num amanhecer....isso aí não é neblina não, é fumaça mesmo!

