O ser humano e suas neuroses...
tem gente que muda:
de carro;
estilo;
religião...
encontro-me agora com o teatro
e muito bem por sinal.
as pessoas mudam..
prefiro dizer que aprimoro, mudar é um tanto complicado
bem,
a velha mania dos versos
ainda bem,
os versos, oh! os versos!!
terça-feira, maio 13, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
A definição
morte
do Lat. morte
s. f.,
ato de morrer;
fim da vida animal ou vegetal;
termo de existência;
acabamento;
fim;
homicídio;
a pena capital;
fig.,
destruição;
perda;
causa de ruína;
poét.,
entidade imaginária que ceifa a vida.
- acidental: a que é produzida por acidente, ou pela perturbação do equilíbrio das forças vitais;
- aparente: estado de imobilidade e de insensibilidade absoluta que aparece após certas doenças e que se confunde com a morte;
- civil: perda de todos os direitos e regalias sociais;
- eterna: segundo a Teologia, a morte do pecador condenado por toda a eternidade;
estar pela hora da -: estar muito caro;
pensar na - da bezerra: estar distraído, pensativo;
pessoa de má -: pessoa de má índole, de mau carácter;
em artigos de -: quase a expirar.
*e lembrem-se crianças;dicionário não é bíblia!
do Lat. morte
s. f.,
ato de morrer;
fim da vida animal ou vegetal;
termo de existência;
acabamento;
fim;
homicídio;
a pena capital;
fig.,
destruição;
perda;
causa de ruína;
poét.,
entidade imaginária que ceifa a vida.
- acidental: a que é produzida por acidente, ou pela perturbação do equilíbrio das forças vitais;
- aparente: estado de imobilidade e de insensibilidade absoluta que aparece após certas doenças e que se confunde com a morte;
- civil: perda de todos os direitos e regalias sociais;
- eterna: segundo a Teologia, a morte do pecador condenado por toda a eternidade;
estar pela hora da -: estar muito caro;
pensar na - da bezerra: estar distraído, pensativo;
pessoa de má -: pessoa de má índole, de mau carácter;
em artigos de -: quase a expirar.
*e lembrem-se crianças;dicionário não é bíblia!
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Segunda-feira
Os primeiros raios solares atravessaram a janela e refletiram em suas pálpebras. Abriu os olhos. Fitou com dificuldade, pois a dor de cabeça causava-lhe um caleidoscópio que lhe perseguia a visão.
Dor e luz difundidas. Tapou o rosto com o travesseiro e cobriu-se dos pés a cabeça. Deu um giro para o lado esquerdo, dois para o direito os quais fizeram-no ficar a um ponto de cair da cama.
Os pés, antes gélidos, agora pareciam formigar com o calor do sol que já invadira o quarto. Puxou-os, como fazia todos os dias, num alongamento quase acrobático. Fez o mesmo com braços e pescoço, contorcendo-se como um animal que acabara de nascer.
Voltando a condição humana esticou-se e em três segundos estava sentado na cama. A bagunça do quarto causava-lhe tanto desgosto quanto as dores de sua indisposição matinal. Afastou com um dos pés um livro jogado no chão, pôs o pé direito numa sandália e enfim, levantou-se.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Ìntimo e dado
Ìntimo e dado
Bem, vejamos...
Será que consigo,
De forma não poética
Dizer que gosto
muito de alguém?
Não, é quase impossível não cair
em uma vala
ou num lugar comum
E por lá encontrar
muitos dos"Amantes"
Esses sofrem
e choram
e voltam
e de novo
por lá caem.
O meu grande receio
Falando-se no poético
É de passar nesses lugares
E tomar um verso emprestado
Eis que vem impregnado
De Coração
rimando com Emoção
Será que consigo?
Seria a ironia,
Minha companheira ciumenta,
Não há necessidade disso
Este poema por si
Põe o gostar em evidência
Sem deixar mais reticências
Sem perder o poético
Sendo pouco patético
E de forma quase digo
ou não digo
Saiu,
sem cairem lugar algum.
Tá bom,
tudo bem
Tem problema?
Eu dizer que...
Ah! Você sabe.
Pricilla Conserva
Bem, vejamos...
Será que consigo,
De forma não poética
Dizer que gosto
muito de alguém?
Não, é quase impossível não cair
em uma vala
ou num lugar comum
E por lá encontrar
muitos dos"Amantes"
Esses sofrem
e choram
e voltam
e de novo
por lá caem.
O meu grande receio
Falando-se no poético
É de passar nesses lugares
E tomar um verso emprestado
Eis que vem impregnado
De Coração
rimando com Emoção
Será que consigo?
Seria a ironia,
Minha companheira ciumenta,
Não há necessidade disso
Este poema por si
Põe o gostar em evidência
Sem deixar mais reticências
Sem perder o poético
Sendo pouco patético
E de forma quase digo
ou não digo
Saiu,
sem cairem lugar algum.
Tá bom,
tudo bem
Tem problema?
Eu dizer que...
Ah! Você sabe.
Pricilla Conserva
QUEM MORRE?
Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
Fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !
NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ
Pablo Neruda
Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente
Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente
Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções,
Justamente as que resgatam o brilho dos
Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente
Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,
Quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
Fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje !
Arrisque hoje !
Faça hoje !
Não se deixe morrer lentamente !
NÃO SE ESQUEÇA DE SER FELIZ
Pablo Neruda
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